segunda-feira, junho 21, 2010


Muito se fala em "religião" hoje em dia. Embora não seja o tema mais discutido como antigamente, e ainda que sem a força que tinha no passado, continua sendo motivo de tabu e julgamento para muitas pessoas. Para começo de conversa, sou anti-religioso declarado, primeiro fato a ser esclarecido. Entretanto, acredito, sim, em Deus. E ainda que algumas pessoas confundam Deus com religião, eis que Machado de Assis já dizia: "Deus, para a felicidade do homem, inventou a fé e o amor. O Diabo, invejoso, fez o homem confundir fé com religião e amor com casamento."
Então eu nem preciso dizer que o clipe "Alejandro", da Lady GaGa, me conquistou em gênero, número e grau, não é? Primeiro porque ela retrata uma comunidade homossexual fiel e demonstra, engolindo o terço, o preconceito vindo da igreja até os dias atuais, digo, do catolicismo. Perdemos, na semana passada, José Saramago. E pra quem não sabe, ele era um anti-religioso, muito perseguido pelos fanáticos religiosos, por aqueles que não têm vida e se escondem atrás de uma doutrina medieval, doente e sem fundamentos. Ou com fundamentos feitos por eles próprios.

O que a religião nos oferece? Eu falo o que ela nos oferece. Ela oferece a pressão. "Se você for homossexual, você queimará no inferno." Ela oferece guerras. "Meu deus é maior que o seu. Vamos matar aqueles que não concordam." Ela promove infelicidade. "Se você se divorciar, passa a entristecer deus." Ora, então o real Deus quer a nossa infelicidade? Ela também nos oferece sexo. O que eu acho ótimo. "Venha se confessar comigo, que eu te dou uma 'chinelada'." Porque, meus queridos, venhamos e convenhamos... Pedofilia sempre existiu no meio, só agora que está mais "escancarado". Imagine o que as crianças já não sofreram ao longo da história? E na Idade Média? Agora... Engolir um terço é desrespeito? Contra o que e contra quem? E as mulheres que foram queimadas, e as pessoas que queriam inovar, trazer informação e foram consideradas "hereges"? E os padres que abusavam dos pobres, das crianças, dos inocentes? E a igreja que sempre manteve (e ainda mantem) milhões, ouro, "poder" e acusa as nações de não serem solidárias e não contribuirem para uma utopia social? O que é Vaticano? O que é uma Igreja? Não seria um lugar para se encontrar o bem, a paz? Por isso digo: Religião é uma mentira. Uma farsa, uma fuga, uma MERDA.

E enquanto eu for vivo, vou continuar aplaudindo o anti-religioso, o bizarro, a polêmica e vou rir daqueles que forem descobertos e acusados como pedofilos. Apenas chorar e me entristecer com as vítimas, mas vou aplaudir de pé quando todos aqueles que se escondem atrás da religião cairem. E isso já está acontecendo, aos poucos, mas já está acontecendo. Por isso, Lady GaGa, estou contigo! E eu sei que quase ninguém vai ler todo esse texto, mas não sou apenas eu. Mais ou menos 20 milhões daqueles que são seus reais fãs, que já viram "Alejandro", que já vibraram com suas polêmicas.

"Engolir" um terço não significa refeição, para os mais ignorantes e carentes de estudo, mas, sim, a perda do poder, a ridicularização, o mínimo. Então, aconselho que antes de falar, abram o livro de história. Ignorância é indiscutível, mas não é um mal terminal. Você ainda pode ter cultura. Não desista, siga em frente! Ânimo! Você consegue.

Ps.: Sobre a foto? Foi a minha apresentação no Colégio sobre "Alejandro", que se transformou em "Revolução". Mas acho que o texto já remete ao mais importante, né? O resto todo mundo já sabe.

Agradecimentos sobre a apresentação:
- Thatiane e Ottoni (a melhor coreógrafa e dançarina, respectivamente);
- Tia Valéria e Tia Raimunda (por todo o figurino e visual);
- Kawany e Pâmela (as melhores ajudantes);
- Professor Paulo, Professora Lilian, Professor Anderson, Professora Alessandra, Professora Fátima, Professora Valéria e, principalmente, Rodrigo (por ter refeito o nosso CD que foi ROUBADO, só não se sabe por quem :O);
- E, claro, ao melhor grupo que alguém pode ter: Thatiane, Ottoni, Glaufer, Natália, Carol, Daiane e Leonardo.

domingo, maio 16, 2010


Então, o que aconteceu foi o seguinte:
Isso nunca aconteceu comigo. Ter um sonho tão real a ponto de lhe causar desespero por estar sonhando aquilo e, ao mesmo tempo, jurando que é verdade.
Sexta-feira, a professora de gramática passou a proposta de fazermos uma narrativa e não sei o porquê, mas eu não tinha inspiração para nada. Eu gastei folhas de caderno em vão, nada foi suficiente. Passou sexta, passou sábado e nada! Foi quando, na noite de sábado, mais precisamente de madrugada, que ao ficar pensando, peguei em um sono, quase 6 da manhã. E escritor, meus queridos, escritor é isso. Olheiras, café, anseio e irritabilidade.
Quando consegui pegar 'num' sono, sonhei com aquilo que vocês lerão no próximo post. Acordei e meu travesseiro estava molhado; eram as lágrimas. Muitas lágrimas. Acordei em paz, muito bem... E esse domingo será bom, de alguma maneira.


Acredite nos seus sonhos, porque eles acontecem todos os dias.

domingo, abril 11, 2010


Eu precisava ter vindo antes registrar, mas sabem como é... Preguiça e tudo mais.
Quarta-feira passada, 07, fui para o Cirque du Soleil. Já ouvi falar, mas nunca despertou curiosidade. Dessa vez decidi ir. Fui com a minha protetora Mariana e dois colegas Cassiano e Marcos. Pessoas bacanas, do bem e completamente divertidas. Ótimas companhias e amizades. Enfim... Não tenho o que falar de específico. Poderia narrar a nossa viagem, a minha manhã, a prova de Literatura (no mesmo dia) que estava deliciosa de ser feita, mas ninguém quer saber disso. Vocês querem saber do espetáculo. Foi, foi um espetáculo literalmente. Perdi a conta de quantas vezes eles me deixaram boquiaberto. No final? Bem... No final todos aplaudiram de pé. E não é por menos! Eles merecem muito mais. São divinos! Nem parecem humanos. Se eu pudesse dar um conselho... Bem, o meu conselho consiste no que vou dizer a seguir: Todos deveriam, pelo menos um dia, assistir algo como Cirque du Soleil. Indescritível, único, ímpar. Vale a pena! ;)

domingo, março 28, 2010


"Medo, era medo de errar. Tarde, muito tarde pra consertar. Sem você, deixo de ser o que desejo. Eu não sei reconhecer o que não vejo. Não vou fabricar alguém pro seu lugar."








Fiquei sabendo que o Jay Vaquer faria show em São Paulo no domingo passado, 21, pois estava lá, na Capital. Estava fazendo uma redação quando, de repente, ouvi na rádio. Em um primeiro momento pensei que tinha ouvido demais, mas depois repetiram.
Cheguei em casa - não, não moro na Capital, moro no litoral -, acessei a comunidade e vi que não, não tinha ouvido errado. E, ainda por cima, o show tinha sido adiado uma ou duas vezes. Era um sinal! Eu, pelo menos, tomei como sinal.
Pedi pra minha mãe mas ela negou. Não, ela não quis me levar, ela nem analisou a hipótese. Apenas disse "não", e pensou que esse "não" barraria a minha vontade e o meu amor - meu enorme amor - pelo Jay.


Passei a semana toda falando do show, armando meios para ir e voltar em segurança, todas as aulas, todas as vezes que ia dormir e acordar, o que vinha na cabeça era o tal show. A semana se aproximava do fim e sábado, 27, estava cada vez mais próximo. A minha ansiedade e desespero só faziam aumentar. Aumentavam demais, sensação única, indescritivel, até.


Enfim chegou sábado. Percebi que, se quisesse ir e voltar de ônibus - o modo mais seguro -, faltaria algum dinheiro. Foi quando entrou Mariana na história. Minha fiel escudeira, me emprestando dinheiro, relembrando os bons tempos de ensino fundamental.
Pela manhã, tinha um apresentação no Colégio. Meus pais foram, me viram e ficaram pra lá de orgulhosos. "Filho, você mandou muito bem! Tava lindo lá em cima." Por um momento eu pensei em desistir. "O quê? Decepcionar meus pais?" Talvez egoísmo da minha parte, mas esse show tinha um imã. Uma espécie de imã que me atraia, me puxava.


E quer saber? Pedi para meus pais me deixarem no apartamento da Leticia - ao lado do terminal onde saem os ônibus - e fui me trocar. Coloquei uma roupa legal, arrumei o cabelo (ou pelo menos tentei), passei um perfume e fui ao tal terminal. À medida que a "cabine" onde vendiam os ingressos se aproximava, o meu medo aumentava. "E se der errado?" ou "E se me assaltarem?" As minhas pernas começavam a tremer e falhar, o que se evidenciava na falta de força pra andar, por isso, a cada passo que eu dava, mais demorado era para chegar. No entanto, em apenas um lance, joguei o dinheiro por debaixo da "janelinha" e pedi a tal passagem. Pronto. Não havia mais volta.


Peguei as passagens, o ônibus chegou e eu me despedi, aos prantos, das minhas amigas Letícia e Mariana. Mas não só elas. Natália, Daiane, Glaufer e João se puseram tão preocupados quanto as minhas amigas.
Ok, o ônibus partia. Aquela sensação de estar deixando a cidade, por milésimos de segundos, parecia mais real. Quero dizer que... Não sei. Eu apenas quis que aquela partida fosse "pra sempre", que eu não precisasse mais voltar. Tudo bem. Coloquei "I Gotta Feelin" para tocar, eu sei, um tanto quanto clichê, mas me dava a segurança que sim, aquela noite seria uma ótima noite! Em seguida, coloquei o CD "Alive In Brazil" do Jay Vaquer, e a certeza de que eu estava fazendo a coisa certa aumentava.


Ao chegar em São Paulo - no Terminal Jabaquara -, a insegurança para onde (e como) ir era grande. Eram muitas pessoas. Isso me assustava.
Por um momento lembrei do meu cachorro - Billy. O lado bom de ele ter falecido, é que agora eu o sinto do meu lado em todos os lugares pra onde eu vou. "Life's too short, Luke." Foi o que eu pensei. A vida é muito curta. Meu cachorro é a prova disso. E com ele "do meu lado", segui até o metrô; comprei o bilhete e fui lendo os tais "mapas" que indicam os locais.


Eu estava vestindo um colete que só usei em uma festa, em toda minha vida. Ela pertenceu a um dos meus melhores amigos que também é falecido, e eu não o usei a toa. Não foi por falta de peças de roupa. Tinha um significado pra lá de especial. Meu bisavô Wilson e meu cachorro Billy. Por um momento apareceram juntos, na minha frente.


Aquele colete me traria sorte, e não é que trouxe? Até no momento no qual eu poderia ter sido assaltado, um policial me aparece. E o tal "rapaz" que me perseguia, havia desaparecido. Entrei, por fim, no outro vagão, após ter feito mais uma baldiação. Foram muitas, não sei ao todo quantas. Segui, fiz amizade com a "Juliane", pessoa do bem, da paz, otimista, me deu forças e me ajudou a chegar no tão esperado destino. Senti falta da Ced que teve que ir embora mas, até então, havia me acompanhado nessa "loucura".


Cheguei na estação - Granja Julieta -, acho que nunca vou me esquecer dela. Era deserta, havia poucas pessoas, mas o ambiente era muito bonito. A passarela era envolvida por uma espécie de estrutura arquitetônica redonda, eu me sentia dentro de uma bala de revólver. E, de fato, estava. Não literalmente, evidente, mas em um sentido figurado. Sabia que aquela bala dispararia duas vezes. A primeira, quando chegasse no show; a segunda quando chegasse em casa. Eu precisava apenas... Puxar o gatilho.


Conheci um dos melhores - senão melhor - amigo da Ced, o Joe. Talvez, a frase que mais me marcou no dia foi a dele. "Você já chegou longe demais." Talvez uma advertência, mas naquele momento, para mim, foi mais que um incentivo. O gatilho havia sido puxado.


Cheguei, portanto, na frente da HSBC Brasil. Mas agora eu já estava acompanhado. Uma pessoa super simpática que segue a carreira do Jay estava comigo. Chegamos juntos ao local, comprei meu ingresso e pus a me sentar no local indicado. De camarote, permita-me detalhar.


Alguns minutos depois, chegavam três meninas lindas, simpáticas. Eu não tenho como agradecer à elas por toda força, toda simpatia, toda recepção. Imagina, gente. Meu primeiro show.


Teve todo um show de apresentação que, embora não tenha dado pra ouvir a voz da vocalista muito claramente, a batida era boa. Pra quem não conhece e tem curiosidade, o nome da banda é "Mixtape".


Ok. Era hora do rei, do mestre, do senhor Jay Vaquer entrar. A partir desse momento eu já não tenho mais palavras pra descrever. O momento foi muito meu, ainda não inventaram palavras que cheguem nos pés do que foi aquele espetáculo. Mas o melhor ainda não contei a vocês. O melhor é que eu o conheci pessoalmente. Sim, pessoalmente! Fui ao camarim, tirei fotos e fiz um vídeo. Prometo disponibilizá-lo em breve.


ATENÇÃO AQUI: Sucesso não quer dizer qualidade. Vejam "CINE", por exemplo. Representa parte da escória da música brasileira. Letras contraditórias, vergonha alheia e modinha. Agora Jay Vaquer, muito menos reconhecido pela mídia, é o que faz Renato Russo sorrir, esteja ele onde estiver. Nós devemos muito a artistas como Jay Vaquer, que ainda provam que qualidade é mais importante do que quantidade. E que conteúdo e conhecimento ainda são fundamentais. Meu muito obrigado ao melhor cantor da música brasileira e ao nosso melhor representante. Sucesso, muito sucesso a você, Jay!


Terminando a noite, vim de van para casa, ainda bem que tinha uma vaga sobrando, e cheguei pelas 5h. Minha mãe reclamou muito, falou muito, ainda tá decepcionada comigo... Assim como toda família. Isso tudo porque eu "fugi" de casa. Sim. Ela não sabia que eu tava em São Paulo. Liguei pra ela logo depois do término do show e disse "mãe, tô no show do Jay Vaquer". Ou seja, não avisei nada. Mas o plano foi todo muito bem elaborado. Meus amigos sabiam onde eu tava. E tinham completo acesso a mim, a qualquer hora, pelo celular. E pode ser, novamente, egoísmo da minha parte, mas valeu cada fração de segundo, cada milésimo! Agora, uma confissão: tô apaixonado por Jay Vaquer. Mais.

terça-feira, janeiro 05, 2010

Não, 2009 não foi bom! Não me importa o quanto ele foi bom pra você e pra seus amiguinhos, realmente, não me importa. Tive perdas, me arrancaram muitas coisas. Decepções? Muitas. Mas eu consegui passar por cima disso. A maior prova é estar de pé, de cabeça erguida e peito aberto. Estar de pé é uma vitória. Vitória essa que nenhum problema/decepção/fracasso pode superar. Errei, mas errei muito! Errei por falar o que vem à cabeça, errei por ciúmes, errei por medo, errei por amar demais, errei por impulso. Entretanto, eu cresci! Cresci muito. Conquistei experiências que não conseguiria caso não tivesse passado por tudo o que passei. Chorei, enchi a cara, tentei novos vícios, menti, me enganei, tentei me enganar... Perdi alguns amigos. De alguns nem senti falta, mas outros vão me fazer sentir saudades hoje, daqui alguns meses e pra sempre. Consegui transformar a tristeza em saudades e erros em acertos, de alguma forma. Mas não foi um ano perdido, não. E posso dizer que não foi um ano perdido pelos pequenos, mas maravilhosos momentos que vivi. E são esses pequenos momentos que tornam a vida interessante, que nos mostram o valor e o presente que é o “viver”. O que torna a vida um “presente” não é a autoridade que muitos PENSAM ter, não é o MEDO que algumas pessoas acham que causam nas outras, não é todo seu conhecimento, não são seus muitos amigos que, na verdade, são colegas, não é o dinheiro, não é a popularidade, não é se drogar e beber até cair. Isso não é aproveitar a vida, isso não é vivê-la. Viver e aproveitar a vida é saber que, mesmo se você cair de joelhos, com a cabeça baixa, ao levantá-la vai ver alguém com a mão estendida. É poder olhar para o lado e ver que há amigos ao seu lado que estarão prontos pra te ajudar seja qual for a situação; é ter uma família que te ama, que te aceita; é sentir saudades; é poder olhar fotos e reviver momentos, poder falar “eu vivi isso”; é fazer loucuras pra encontrar seu melhor amigo; é ver seus pais te apoiando, te protegendo, ver seus tios felizes, ver seu tio com saúde, ver seus avós te mimando; é ver sua prima, ainda bebê, crescendo e reconhecendo quem a ama, te abraçar; é ver seu cachorro, mesmo não dizendo UMA palavra, mas demonstrando que te ama com um simples gesto, é te defender e você poder fazer o mesmo por ele; é descobrir que nem a morte separa pessoas, pois elas continuam vivas nas suas memórias; é conquistar novas amizades, é poder ser “essencial” na vida de quem te importa; é amar, cuidar, proteger, fazer algo por alguém; é ouvir um “você me ensinou muito”; é receber uma homenagem inesquecível no seu aniversário; é brigar com quem ama e logo depois ligar pra ela dizendo o quanto a ama; é receber uma ligação da sua melhor amiga te chamando de “maninho” e dizer que torce por você, que acredita em você; é vencer desafios; é acreditar em Deus e saber que Ele olha por você... Isso torna a vida mais interessante, valiosa, única. E são todos esses momentos que ficarão comigo, que me dão a certeza de que 2010 será um ano e tanto! E é isso que eu desejo a todos vocês... Um ÓTIMO ano e, mesmo que nesse você não tenha sido um EXEMPLO de conduta, nunca é tarde pra recomeçar! A hora é agora. É hora de viver com seus amigos, com sua família, com seu cachorro, com seu animal de extimação seja ele qual for, com a pessoa que você ama! É hora de acertar seus erros, reconhecê-los, tentar mudar. Nunca é tarde pra renascer. Só tenha fé... Acredite que os sonhos se realizam todos os dias, porque eles se realizam. E confie que 2010 tá chegando pra repor tudo aquilo que 2009 arrancou de você e, se não for o caso, 2010 tá chegando pra ser melhor ainda! “Acredite que os sonhos se realizam todos os dias, porque eles se realizam.”
Ofereço meu texto a todos aqueles que estiveram do meu lado nesse ano e continuarão. Mas, principalmente, a melhor parte de mim, hoje e sempre: